sábado, 27 de março de 2010

Matemático recusa prêmio de US$ 1 mi !


O matemático Grigory Perelman fez o mais difícil: resolveu um problema proposto por Henri Poincaré mais de um século atrás. Pela resolução do teorema conhecido por conjectura de Poincaré, o russo foi homenageado com dois grandes prêmios. O primeiro é a medalha Fields, chamada de "Nobel" da matemática. O segundo, nada menos que US$ 1 milhão (R$ 1,78 milhões). Perelman recusou ambos, informou o The Guardian.

A primeira recusa aconteceu em 2006. Na época, Grigory Perelman decidiu ficar em casa, em São Petersburgo, enquanto os grandes gênios da matemática se reuniam em Madri para o congresso da União Matemática Internacional. No evento, ele deveria receber uma medalha Fields pelo problema publicado em 2002, mas não compareceu. Agora, o matemático recusou o dinheiro oferecido pelo Instituto Clay de Matemática, em Cambridge, no Estado americano de Massachusetts.

Atualmente desempregado, ele continua morando em São Petersburgo com sua mãe e sua irmã em um pequeno apartamento (segundo o Guardian, ele tem seu próprio flat, aparentemente cheio de baratas, mas raramente o utiliza). Perelman se recusa a conversar com jornalistas. Recentemente disse para um repórter que o telefonou: "Você está me perturbando. Estou colhendo cogumelos". A imagem de excentricidade é confirmada pelos vizinhos.

"Ele está sempre usando a mesma roupa. Ele nunca corta as unhas ou faz a barba. Quando caminha, simplesmente fica olhando para o chão, nunca olha para os lados", disse um vizinho a um jornal de Moscou. Sergei Kisliakov, diretor do Instituto de Matemática Steklov, em São Petersburgo, tenta entender o colega. "Ele possui estranhos princípios morais. Ele sente pequenos incoveninentes de maneira muito forte".

Segundo Kisliakov, o isolamento de Perelman começou há quatro anos, quando ele recusou a medalha Fields, que seria entregue pelo Rei Juan Carlos, da Espanha. Ele caiu em desgosto e recusou o prêmio porque percebeu que seus colegas matemáticos não teriam notabilidade para ganhá-lo. Segundo a BBC, o matemático também afirmou que a medalha era irrelevante para ele e que o fato de a solução estar correta já seria reconhecimento suficiente.

Conjectura de Poincaré
A conjectura de Poincaré é tão difícil que o Instituto de Matemática Clay, dos Estados Unidos, classificou-a como um dos sete Problemas do Milênio em 2000, prometendo US$ 1 milhão em recompensa para quem solucionasse algum deles. Na época, a solução do problema foi reconhecida como "Avanço do Ano" pela revista especializada Science. Antes disso, Grigory Perelman também tinha recusado um prêmio do Congresso Europeu de Matemáticos, em 1996.

A conjectura de Poincaré foi o único dos sete Problemas no Milênio solucionado até agora. Ela foi formulada em 1904 pelo matemático francês Henri Poincaré e é fundamental para se compreender formas tridimensionais. A conjectura afirma que "qualquer variedade tridimensional fechada e com grupo fundamental trivial é homeomorfa a uma esfera tridimensional. Ou seja, num espaço com três dimensões fechado, sem 'buracos' deve ter a forma de uma esfera", segundo informações da BBC.

sábado, 20 de março de 2010

Técnicas para "chutar" respostas

Esse vídeo é bem interessante, mostrando técnicas para "chutar" respostas em provas que tenham questões com alternativas. Aproveitem!

terça-feira, 16 de março de 2010

Supercondutores, a maior descoberta do séc.XX

Desde a sua descoberta em 1911, o fenômeno da supercondutividade tem sido um dos temas mais interessantes em física.

Pela primeira vez o efeito da supercondutividade foi identificado pelo físico holandês Heike Kamerlingh Onnes (1853-1926) usando o mercúrio, o qual perdeu toda a resistência ao fluxo dos elétrons quando a temperatura baixou aos 4,0 Kelvin (ou -269 graus Celsius) , a temperatura em que o gás hélio se liquefaz.

A pesquisa de Onnes o tornou vencedor do Prêmio Nobel em 1913.

A questão principal é que ainda ninguém sabia explicar como isso podia acontecer.

Em 1933, os pesquisadores alemães Walter Meissner (1882-1974) and Robert Ochsenfeld (1901-1993) descobriram que um material na fase supercondutora repele o campo magnético!

Comportamento muito estranho, pois o funcionamento do motor elétrico e do gerador elétrico está fundamentado no fenômeno da indução magnética, efeito identificado pelo inglês Michael Faraday (1791-1867) em 1831: um ímã em movimento induz corrente elétrica em um circuito de material condutor.

O que acontece é que o campo magnético produzido pelo ímã é repelido pela corrente elétrica induzida no material supercondutor!

O material na fase supercondutora se comporta como um espelho magnético, refletindo o campo magnético produzido pelo ímã.

Esse efeito de repulsão magnética – batizado de Efeito Meissner– é tão intenso que o ímã levita sobre o material que está superconduzindo.

Outro desenvolvimento muito importante foi realizado em 1962, por Brian David Josephson – nascido em 1940 no País de Gales – com a previsão teórica de que a corrente elétrica pode fluir entre dois supercondutores, mesmo quando os mesmos estão separados por um material isolante (feito um sanduiche).

Depois que a sua previsão foi confirmada pelas experiências, Josephson dividiu o Prêmio Nobel de 1973 com o japonês Leon Isaki.

Esse é o Efeito Josephson que tem sido aplicado em dispositivos eletrônicos como o SQUID, detetor de campo magnético de altíssima sensibilidade.

A supercondutividade causou perplexidade em algumas das melhores mentes do século XX até ser finalmente compreendida a partir do comportamento microscópico, em 1957, com a contribuição marcante dos vencedores do Prêmio Nobel de 1972, os físicos estadunidenses John Bardeen, Leon Cooper e Robert Schrieffer, que desenvolveram a teoria clássica batizada por teoria BCS, as iniciais dos respectivos sobrenomes, para descrever o fenômeno da supercondutividade nos metais, ou materiais condutores de corrente elétrica.

Desde o início da década de 1960 tem havido muitas aplicações da supercondutividade incluindo grandes ímãs para obter imagens na medicina e para a física de alta energia, cavidades de rádio-frequência e componentes para uma variedade de aplicações, além de dispositivos de interferência quântica para magnetômetros sensíveis e circuitos digitais.

Em 1986, um sonho de muitos pesquisadores foi realizado com a descoberta dos compostos cerâmicos contendo camadas de cobre-oxigênio – o óxido de metal de transição BaLaCuO (bário-lantânio-cobre-oxigênio) – que superconduzem corrente elétrica com temperatura de 35 graus Kelvin.

A revolucionária descoberta da supercondutividade nesta classe de compostos foi o resultado da pesquisa de Johannes Georg Bednorz e Karl Alex Mueller, pesquisadores do Laboratório da IBM na Suíça, e por isso também venceram o Prêmio Nobel em 1987.

O que surpreende é que essas cerâmicas são isolantes elétricos em temperatura ambiente, mas quando são resfriadas até temperaturas muito baixas se comportam como supercondutores.

Isso implica que a teoria BCS não está mais conseguindo dar conta da supercondutividade apresentadas por esses novos materias, por isso está aberto o caminho para que quiser tentar explicar como a supercondutividade acontece nas cerâmicas, por exemplo.

Atualmente já existem outros materiais e as pesquisas continuam com o objetivo de conseguir o fenômeno supercondutor em temperatura ambiente.

Abaixo, um vídeo mostrando o uso de supercondutores no trem-bala japonês. Ele atinge 500 Km/h, pois não existe contato com os trilhos.

terça-feira, 9 de junho de 2009

AURA - Uma energia muito especial




A aura, segundo várias religiões etradições esotéricas, é um elemento etéreo, imaterial, que emana e envolve seres ou objetos; é, por vezes, também considerada como um atributo inerente aos seres vivos.

A aura é um campo energético que envolve o nosso corpo físico. A aura nos dá toda a leitura emocional do nosso corpo físico. Nossos medos, nossas angústias, nossas raivas, enfim, todo o emocional. Nossa aura tem 7 faixas, cada faixa tem uma cor, cada cor está relacionada com a cor dos nossoschakras. Assim, quando você está de bem com a vida,num estado de espírito muito bom, as cores da aura são bem vivas e bem fortes.

Somente algumas poucas pessoas têm o "dom" de ver a aura,e que a forma e a cor da aura refletem o estado físico, mental e emocional da pessoa. Porém, podemos fotografar a aura por um processo chamado fotografia kirlian. Antes de tudo devemos entender que a máquina Kirlian não fotografa a aura, no entanto este é um termo comum utilizado por muitos profissionais que trabalham com este equipamento.

Segundos estudos há uma concentração maior de energia na região da cabeça, devido aos chakras coronário (no topo da cabeça) e frontal (entre cenhos). Mas observando de um ponto um pouco mais científico, menos místico e com uma pitada de quântica, no interior de nossa cabeça se encontram bilhões e bilhões de neurotransmissores, responsáveis pelas funções vitais, motoras e todas as manifestações humanas.

Este é um conjunto ramificado que conduz ondas elétricas capazes até mesmo de acender lâmpadas. Esta energia concentrada em nossa cabeça é muito grande e real.

O próprio organismo produz energia, retirada de alimentos, do ar e da água, a esta energia podemos chamar de “campo energético”.

O campo energético flui por todo o nosso corpo de forma rítmica e constante e qualquer abalo ou mudança por mais sutil que seja, manifestará neste ritmo alterando a freqüência e a fluidez.

Este campo energético também não é a aura, pois não é visível, mas é um dos componentes que a formam. Ele é muito importante e necessário para a vida.

A máquina Kirlian na verdade não capta a aura e sim este campo energético.

Como dito acima, qualquer abalo por menor que seja altera a sua freqüência e alterando a sua freqüência causará danos físicos a curto ou longo prazo. O que a máquina Kirlian faz na verdade é captar estas sutis alterações.

Este campo não é visível, mas aplicando uma carga de energia estática em alta voltagem, provoca uma ionização entre o dedo e o campo energético, a ionização se incandesce e é absorvida pelo filme fotográfico.

Quando desligamos o aparelho de televisão (modelos mais antigos) o tubo da TV ficará repleto de carga estática e se encostarmos a mão no monitor, com as luzes apagadas veremos o contorno deste campo energético. A televisão é um aparelho Kirlian mais moderno e “ela” não sabe disso.

A aura é um complexo luminoso, visível, porém em uma freqüência na qual os olhos humanos não conseguem ver, mas uma freqüência sutilmente mais elevada, por isso videntes e algumas pessoas conseguem ver, eles estão com sua vibração interna na mesma faixa de vibração do campo áurico. Com um pouco de treino podemos passar a ver este campo com naturalidade.

Como a aura manifesta em qualquer matéria, ela independe de vida, mas para se manifestar da forma como os artistas pintavam em suas obras ou como descritas pelos indianos, como uma luz que expressa o ser, seja psicologicamente, fisicamente ou espiritualmente, ela vai necessitar de um veículo condutor. Que é o campo energético.

Por isso quando o campo energético não está em sua freqüência normal o corpo estará doente e a aura também apresentará falhas e distúrbios. E quando a pessoa estiver de bem com a saúde física, mentalmente e espiritualmente, ela se apresentará de forma mais luminosa.

É sabido que a espiritualidade acelera a vibração humana, acelerando o campo energético e manifestando uma maior iluminação da aura. Ela se torna mais visível e pessoas, muitas vezes sem nenhum preparo, irá ver esta pessoa mais iluminada e a descreverá desta forma. Os pintores ouvirão e pintarão com mais luz.

Assim sucedeu com Moisés ao descer do monte Horeb após receber as taboas dos Dez Mandamentos, segundo descrições bíblicas.

O mesmo era descrito pelos seguidores de Francisco de Assis e de muitos outros considerados santos, lamas e mestres iluminados.

Este conjunto energético é chamado de campo “vibracional”.
O termo correto para se utilizar na fotografia Kirlian é “bio-eletrofotografia” ou “eletrografia”, porém chamá-la de aura não é errado e é um termo muito próximo da realidade.

Se você tem interesse em construir uma máquina Kirlian para fotografar a sua aura, então que tal construir uma Bobina de Tesla primeiro? Clique Aqui e veja como







segunda-feira, 8 de junho de 2009

Software para criação de gibis

Se você gosta de apresentar seus trabalhos na forma de gibizinho, aqui está um ótimo programa que vai te auxiliar. Fácil de usar, ele serve para vários trabalhos, é só ter criatividade.
Para todas idades.

Origem dos números




Provas do ENEM - c/ gabarito

Com a mudança do vestibular, vale a pena dar uma olhada nas provas antigas do ENEM. As provas estão separadas a cada dois anos. Todas com gabaritos.