sexta-feira, 15 de março de 2024

14º Feira de Ciências do Manoel - 2024

A 14ª Feira de Ciências do Manoel - 2024 será no dia 18 de junho, uma terça-feira, no período Matutino e Vespertino, das 8:00h as 11:30h, e das 13:30h as 16:00h. Será aberta ao público.

Estarão concorrendo todos os projetos selecionados nas Categorias:

  • I. Ensino Fundamental 6º ao 9º ano
  • II.Ensino Médio

EQUIPES DE NO MÁXIMO 03 INTEGRANTES



A Avalição, tanto do PROJETO ESCRITO como da APRESENTAÇÃO, envolverão as seguintes disciplinas:
  • Ciências
  • Física 
  • Química
  • Biologia


Será dada preferência para os Projetos que possuam alguma Relevância Social, e/ou se enquadrarem dentro de uma ou mais Áreas do Conhecimento, das listadas abaixo:

  • Robótica
  • Informática/Programação
  • Mecânica
  • Eletro-Eletrônica
  • Energias Sustentáveis
  • Alimentação e Saúde
  • Astronomia
  • Geologia
  • Bio-Tecnologias
  • Química dos Materiais
  • Aeronáutica
  • Meio Ambiente
  • Telecomunicações

A Sala Maker estará com todas as suas ferramentas a disposição das equipes para a execução dos projetos, incluindo as impressoras 3D e a cortadora laser. Mas vale ressaltar que os insumos necessários (como filamentos e placas de MDF) são de inteira responsabilidade dos alunos.

A E.E.B. Manoel Henrique de Assis não irá fornecer qualquer tipo de material de papelaria necessário para elaboração dos experimentos (isopor, cartolinas, colas, fitas, etc), bem como componentes de Robótica (placas Arduíno/Micro:bit, motores, pilhas, etc).



ATENÇÃO: 

Projetos Escritos

entrega até dia 

30 de ABRIL




Instruções para a elaboração do Projeto Escrito:

Deve ser digitado, fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12, papel A4.

1. Justificativa
Introdução; 
Escreva aqui os pontos interessantes do tema, justificando a escolha do mesmo.
Importante ressaltar a RELEVÂNCIA SOCIAL do mesmo.

2. Objetivos
O que você quer que as pessoas aprendam com o seu trabalho?
O que você quer passar de conhecimento para as pessoas?


3. Metodologia
(Procedimentos da Experiência)
De que maneira o trabalho será apresentado?
Qual o roteiro da apresentação?
Que recursos serão utilizados?

4. Fundamentação Teórica
Aqui você escreve a teoria científica encontrada nos livros, revistas, sites, etc...
Será o "desenvolvimento" de seu trabalho.

5. Orçamento
Lista dos materiais usados e/ou comprados para a elaboração do trabalho.

6. Referências
Lista dos livros, revistas, sites da Internet usados para a pesquisa (com autor, editora, etc...).
MODELO GERAL
AUTOR DA OBRA. Título da obra: subtítulo. Número da edição. Local de Publicação: Editor, ano de publicação. Número de páginas ou volume(Série). Notas. 
Não esqueça da data e horário das pesquisas da Internet...




Lista de temas VETADOS (proibidos)
  
para todas as categorias:

  • EXPLOSÃO DE CORES(Leite Psicodélico)
  • VULCÃO (QUALQUER TIPO)
  • LÂMPADA DE LAVA (QUALQUER TIPO)
  • VELA NO COPO
  • OVO NA GARRAFA
  • CANECA ASSUSTADA
  • COCA-COLA COM MENTOS
  • TORRE DE LÍQUIDOS
  • FLUÍDO NÃO-NEWTONIANO (MAISENA)
  • CANHÃO DE BATATA
  • FOGUETE DE FÓSFORO
  • BOMBA DE FUMAÇA
  • ELEVADOR DE UVA-PASSAS (OU NAFTALINA)
  • ARCO-ÍRIS NO COPO
  • ÁGUA FURIOSA
  • TORNADO DE HD
  • LABIRINTO ELÉTRICO
  • NUVEM NA GARRAFA
  • DEDO MÁGICO
  • EXPERIÊNCIAS ENVOLVENDO FOGO...

Cuidado com experiências fake! Na dúvida, peça orientação aos seus professores.

Sites de dicas/sugestões 
para Feiras de Ciências:







sexta-feira, 19 de novembro de 2021

Entenda a Lua de Sangue

A atmosfera funciona como um grande prisma.

Os raios de luz do Sol com raios atravessam a atmosfera
(pela região inferior/superior da Globo terrestre Europa-África ) e
são decompostos nas cores do Arco-íris.
A cor Círculo vermelho vai em direção a superfície da Símbolo de lua minguante gibosa.


 

sábado, 8 de junho de 2019

Ideia para a Feira de Ciências - Termômetro Digital

Para você que gosta de Eletrônica, temos aqui um projeto bem legal: transformar um multímetro digital em termômetro.



domingo, 17 de fevereiro de 2019

Curta-metragem Sputnik


O cineasta russo Maxim Zhestkov nos agracia com esta bela curta em animação chamada Sputnik, que conta a história de um alien que faz uma inusitada descoberta em seu planeta.


A narrativa começa com um pequeno robô em busca de um minério vermelho, mas que acaba sendo soterrado. Depois de encontrar uma estranha fonte de luz, uma criatura semelhante a um primata, encontra este pequeno robô muda o destino dessa criatura.


Um pequeno filme com uma excelente atmosfera e desenho dos personagens e ambientação.



quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Museu Oceanográfico na IX Feira de Ciências do Manoel - 2017

A IX Feira de Ciências do E.E.B. Manoel Henrique de Assis contará com a presença do Museu Oceanográfico da Univali, que trará para exposição itens de seu acervo, o maior da América Latina.

O Campus de Armação também fará sua contribuição com aquários e espécimes vivos, que poderão interagir com os visitantes da feira.




A Feira vai acontecer dia 09 de novembro, das 8:30hs as 11:30hs, e das 13:30hs as 16:00hs, e será aberta ao público.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Ondas Energéticas - parte I




Nosso Sistema Solar está atravessando uma região da galáxia denominada H.E.D. (High Energy Density ou de Alta Densidade de Energia) desde dezembro de 2012, e a partir de julho de 2017 foram detectados os picos das mais intensas ondas energéticas sem precedentes em nossa história natural.



Em consequência direta, o Sol absorve uma grande parte dessa energia, e então a repassa para os demais planetas e corpos celestes que compõem o nosso sistema, inclusive a Terra.

Estamos agora no mês de outubro passando por um dos maiores picos energéticos, recebendo uma quantidade nunca vista antes de Energia, que nos chega sob diversas formas e acaba nos afetando em diversos aspectos.

Uma dessas formas de onda energética se manifesta na forma de explosões solares gigantescas.



A NASA detectou a labareda solar mais poderosa dos últimos 12 anos, com uma intensidade level X9.3.

Isso quer dizer muito, (mas muito mesmo!) grande. Nessa escala, se determina o tipo de fulguração por meio de uma letra, nesse caso “X”, utilizada para as erupções extremamente grandes, e um valor numérico que determina sua intensidade.


Quando ocorrem fulgurações desse tipo, a energia emanada do centro do disco solar consegue alcançar 1 trilhão de megatons de TNT. Isso é uma quinta parte da energia emitida pelo Sol em um único segundo e mais que toda a energia que o homem é capaz de produzir em 1 milhão de anos.



Atualmente, toda essa energia está “queimando” o campo magnético terrestre, no momento em que o planeta enfrenta uma nuvem de plasma solar que alcança um diâmetro de aproximadamente 100 milhões de quilômetros (lembrando que a distância da Terra ao Sol é de aproximadamente 145 milhões de quilômetros).

De acordo com informações do Centro Meteorológico Fobos e da agência de notícias Tass, ambas da Rússia, no dia 13, sexta-feira, a Terra será atingida por uma intensa tempestade geomagnética (ou tempestade solar). O fenômeno deve continuar até sábado (14).

Entretanto, a imprensa russa acrescenta que dois dias antes da chegada da tempestade solar, a partir de quarta-feira (11), o campo magnético do planeta pode sofrer alterações.

As partículas carregadas da coroa solar podem afetar dispositivos eletrônicos, aumentando a chance de acidentes nas navegações e interrompendo transmissões dos dispositivos de telecomunicações como, por exemplo, os satélites.

Especialistas também previram o surgimento de auroras polares (boreais e austrais) em cidades da Rússia, Canadá e Patagônia.

Curiosamente, os pesquisadores acrescentam outra peculiaridade decorrente do evento cósmico: de acordo com eles, indivíduos sensíveis à determinadas condições podem sentir efeitos colaterais, como desconforto físico, dores de cabeça, nervosismo, irritabilidade, exaustão, ansiedade e depressão são algumas características apontadas pelos estudiosos.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Yuri Gagarin - o primeiro no espaço

O soviético Yuri Alekseievitch Gagarin foi o primeiro homem a viajar pelo espaço, em 12 de abril de 1961, a bordo da nave Vostok-1.
A missão, lançada do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, durou 1h48min, e consistiu de uma volta em órbita da Terra, numa altitude variando entre 150 a 315 km . Ao olhar pela janela da nave, Gagarin constatou, fascinado: "A Terra é azul!".

O astronauta era piloto militar graduado pela escola de Saratov em 1955 e pela unidade de treinamento de pilotos de caça Voroshilov Chkalovsk, em 1957. Serviu na frota de porta-aviões soviéticos, até ser selecionado como cosmonauta em 1960. Foi nomeado comandante do grupo em 1963.

Gagarin viajou pelo mundo para divulgar o programa espacial soviético, visitando inclusive o Brasil e os Estados Unidos. Devido à sua importância na propaganda de seu país, foi proibido de voltar ao espaço em agosto de 1967. No entanto, morreu em um acidente com um jato MIG-15, junto com o piloto Vladimir Seryogin, no dia 27 de março de 1968. Nunca houve detalhes sobre esse acidente, o que torna o evento ligado a diversas teorias conspiratórias.


O voo da Vostok-1 foi totalmente automático. O painel de controle estava travado e Gagarin tinha uma chave para assumir somente em caso de necessidade - o que não aconteceu, apesar de o módulo de equipamentos não ter se separado da cápsula ao final da missão e provocar uma situação crítica ao queimar na reeentrada na atmosfera terrestre.

Gagarin ejetou-se após a reentrada e desceu de pára-quedas, como planejado. A União Soviética negou esse fato por anos, com medo de o voo não ser reconhecido pelas entidades internacionais, já que o piloto não acompanhou a espaçonave até o final.

Com a proeza de Gagarin, os soviéticos confirmaram seu pioneirismo no espaço: haviam lançado o primeiro satélite artificial, o Sputinik, em 1957, e um mês depois colocaram em órbita o Sputinik II, com o primeiro ser vivo a bordo: a cadela Laika.

A Vostok-1 foi precedida por dois voos não tripulados conhecidos como Korabl-Sputnik-4 e Korabl-Sputnik-5, que usaram a nave Vostok para testes.

Assim como os Estados Unidos, a antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) desenvolveu mísseis balísticos intercontinentais para lançar bombas nucleares. O programa espacial russo começou com uma grande vantagem sobre o norte-americano, pois os mísseis da União Soviética eram imensos e potentes. O lançador R7, da Vostok, é usado até hoje pela Rússia.


O R-7, devido a suas características técnicas, acabou demonstrando não ser muito prático utilizado como míssil. Por outro lado, acabou se tornando a base do programa espacial da antiga União Soviética, e continua sendo um pilar importante do programa espacial Russo.

Todos os membros dessa família, usam a mesma configuração básica: um primeiro estágio, com quatro foguetes auxiliares que assim que o combustível se esgota, se separam do núcleo central que atua a partir de então como um "segundo estágio".

domingo, 27 de abril de 2014

APLICATIVO DE SIMULADOS dos níveis 1, 2 E 3 da Olimpíada Brasileira de Astronomia - 2014

 OBA deste ano tem uma novidade. Uma nova opção para os alunos estudarem para a Olimpíada através de um aplicativo para smartphone ou tablet.

Neste aplicativo, organizado em um formato de “quiz”, o aluno poderá estudar através de questões extraídas das provas dos anos anteriores da OBA. 

São mais de 300 questões adaptadas das provas de 2008 a 2013.

O aplicativo está disponível para os níveis 1, 2 e 3 e, é gratuito.

Seguem abaixo os links para download dos aplicativos (que também podem ser facilmente encontrados diretamente na Apple Store ou Google Play, através de uma busca com as palavras “Simulado OBA”):


Google Play (smartphones Android):

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Consumo de energia - Simulador

Aqui está o link para download do programa simulador de consumo de energia elétrica.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Esqueleto biônico

Cientistas americanos desenvolveram um esqueleto biônico externo capaz de se movimentar facilmente, além de possibilitar levantar pesos de até 100 Kg. Inicialmente terá aplicações militares.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Blagh!!!

Porcentagem de proteínas nos alimentos, segundo defensores da nova cozinha ecológica

Carne bovina
20%

Cupins
23%

Gafanhotos
46%

Moscas secas
67%

Bom apetite... blagh!!!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Como pronunciar o nome do vulcão islandês

Recentemente, o vulcão Eyjafjallajökull entrou em erupção na Islândia, causando um enorme transtorno para o tráfego aéreo. Por causa da fumaça e cinzas expelidas pelo vulcão, muitas companhias aéreas tiveram que cancelar os vôos, por motivos de segurança.
Achou o nome complicado? A pronuncia é "êivdluk" ! Ainda achou difícil? Então assista no vídeo a maneira correta de pronunciar o nome:



quarta-feira, 5 de maio de 2010

Barreira do Som


O som, como sabemos, viaja através de ondas, usando um meio de propagação, no nosso caso o ar. Essas ondas, chamadas ondas de pressão, desenvolvem-se da mesma maneira quando jogamos uma pedra sobre um lago. Uma onda circular se forma no ponto em que a pedra atinge o lago e se afasta, expandindo-se a uma velocidade constante. Se atirarmos várias pedras no mesmo ponto em intervalos regulares, formaremos ondas concêntricas.

É o que ocorre com um emissor de som, como o avião. A velocidade de propagação dessas ondas é o que chamamos de velocidade do som, que ao nível do mar em condições de atmosfera padrão é de 1.226 km/h., e diminui com a queda da temperatura do ar. Ficou convencionado que, quando um avião se desloca com uma velocidade igual à do som, ele está voando a Mach 1. Esta unidade é uma homenagem ao físico austríaco Ernst Mach que, pela primeira vez, mediu a velocidade de propagação do som no ar.

1. Subsônico
2. Mach 1
3. Supersônico
4. Onda de choque

Quando um objeto qualquer, como um avião, se desloca na atmosfera, comprime o ar à sua volta, principalmente à frente. Desta forma cria ondas de pressão, da mesma maneira que a pedra atirada no lago.

Quando um avião voa a uma velocidade inferior à do som, as ondas de pressão viajam mais rápido, espalhando-se para todos os lados, inclusive à frente do avião. Assim, o som vai sempre na frente.

Se o avião acelerar para uma velocidade igual a do som (Mach 1), ou seja, da velocidade de deslocamento de suas ondas de pressão, este estará comprimindo o ar à sua frente e acompanhando as ondas de pressão (o seu próprio som) com a mesma velocidade de sua propagação. Isso resulta num acúmulo de ondas no nariz do avião. Se o avião persistir com essa velocidade exata por algum tempo, à sua frente se formaria uma verdadeira muralha de ar, pois todas as ondas formadas ainda continuariam no mesmo lugar em relação ao avião. Esse fenômeno é conhecido como Barreira Sônica.

Se o avião continuar a acelerar, ultrapassando a velocidade do som, ele estará deixando para trás as ondas de pressão que vai produzindo.

Um avião só pode atingir velocidades supersônicas se, entre outras coisas, sua aceleração permitir uma passagem rápida pela velocidade de Mach 1, evitando a formação da Barreira Sônica.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Samsung cria memória RAM de 32GB


A Samsung anunciou um novo pente de memória DDR3 que, segundo a empresa, possui a maior densidade do mercado.

Criado para uso em servidores de alto desempenho, este pente de 32GB utiliza 36 chips DDR3 dual-die de 4Gb. O anúncio da empresa foi feito um ano depois dela ter anunciado seu pente RDIMM de 16GB.

De acordo com a Samsung, um servidor two-way com dois processadores que utilizar este novo pente pode suportar até 384GB de memória RAM!!!

A empresa iniciará a produção em massa do novo pente de memória ainda em abril.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Comparação dos astros de nosso Sistema Solar

Comparando o tamanho dos planetas e de algumas estrelas, você vai ver que, mesmo Júpiter, o gigante gasoso do nosso sistema solar, não é tão grande quanto você pensa.

Para que possamos comparar melhor o tamanho dos diversos astros, vamos observar algumas imagens.

A primeira delas nos mostra que a Terra e Vênus tem tamanho muito parecidos. O raio equatorial da Terra é de 6378 km, enquanto o de Vênus, 6051 km. Uma diferença não muito grande.

Marte, por sua vez, é bem menor. Seu raio é de 3397 km, ou seja, um pouco maior que a metade do nosso planeta. Marte é 1.3 vezes maior que Mercúrio, com 2439 quilômetros de raio, que por sua vez é o dobro de Plutão, com 1160 km. Não é a tôa que Plutão foi rebaixado, não acha? A maioria dos telescópios de médio porte, usado por amadores, não consegue vê-lo. Plutão é menor que nossa Lua, que tem 1738 quilômetros de raio!

Gostou dessa comparação? Então vamos à próxima.
Ela nos mostra os gigantes gasosos, como são conhecidos Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

Júpiter, o maior planeta do sistema solar, tem 71492 quilômetros de raio, 11 vezes maior que o raio do nosso planeta. Se fosse ôco, caberia mais de 2 mil Terras dentro dele! Saturno, o segundo maior planeta, não fica atrás. Seu raio é de 60268 quilômetros.

Bem menores, Urano e Netuno têm 51108 e 49538 quilômetros de raio, mesmo assim, aproximadamente 8 vezes maiores que Terra. A figura mostra bem o quanto somos pequeninos perto desses gigantes de gás !

Na sequência vemos o Sol. Seu raio, de 695 mil quilômetros é 100 vezes maior que o raio terrestre. Mesmo o gigantesco Júpiter não passa de uma bolinha de gude quando comparado ao astro-rei. Veja que a Terra, nossa bela Terra, não atinge sequer o tamanho de uma pulga !


Para se ter uma idéia melhor das proporções de nosso Universo, veja esse vídeo:


terça-feira, 13 de abril de 2010

10 COISAS QUE VOCÊ NÃO SABIA SOBRE O PLANETA TERRA

Novas tecnologias, estudos mais aprofundados permitem aos cientistas brindar-nos com novas curiosidades relacionadas ao planeta em que vivemos. Pode parecer bobagem saber que determinado fenômeno irá acontecer daqui a 10 mil anos, mas o que resulta extremamente interessante é saber que tal fenômeno existe.

1. A gravidade não é uniforme:
Ainda que os cientistas desconheçam o motivo, o verdadeiro é que a força gravitacional varia à medida que nos deslocamos pelo planeta, de maneira que nosso peso não é objetivamente o mesmo no Brasil e em Portugal, por exemplo.Crê-se que as causas podem estar relacionadas às profundas estruturas subterrâneas e ter alguma relação com a aparência da Terra num passado longínquo. Atualmente, dois satélites gêmeos do programa GRACE escrutam meticulosamente o planeta para elaborar um mapa gravitacional mais detalhado.

2. A atmosfera foge:
Algumas moléculas situadas no limite da atmosfera terrestre incrementam sua velocidade até o limite que lhes permite escapar da força gravitacional do planeta. O resultado é uma lenta, mas constante fuga do conteúdo de nossa atmosfera para o espaço exterior. Devido a seu menor peso atômico, os átomos soltos de hidrogênio atingem sua velocidade de escape com mais facilidade e sua saída para o espaço é a mais freqüente. Felizmente para a vida em nosso planeta, o abundante oxigênio preserva a maior parte do hidrogênio bloqueando-o em moléculas de água e o campo magnético da Terra protege o planeta da fuga de íons.

3. A rotação não é constante:
A velocidade com que a Terra gira sobre seu próprio eixo não é constante, senão que sofre pequenas alterações que fazem variar a duração de nossos dias. Mediante a sincronização de diferentes radiotelescópios desde diferentes latitudes, e graças aos modernos sistemas de GPS, os cientistas conseguiram medir com precisão estas pequenas variações na velocidade de rotação e constataram que a maior delas se produz entre os meses de janeiro e fevereiro, quando os dias são mais longos por uns poucos milésimos de segundo. Esta variação deve-se à interação gravitacional da Terra e a Lua, mas também pela forte atividade da atmosfera no hemisfério norte e a fenômenos meteorológicos como "El Niño". Por pôr um exemplo, alguns experientes acham que a tsunami da Indonésia reduziu a duração do dia em 2,68 milionésimos de segundo.

4. Os cintos de Van Allen:
Ao redor da Terra existem zonas de alta radiação – uma interior e outra exterior - denominadas cinturões de Van Allen (em honra ao seu descobridor) e situadas a uma altura de 3.000 e 22.000 km sobre o equador. Estes cinturões são formados por partículas de alta energia, sobretudo prótons e elétrons, cuja origem esteja provavelmente nas interações do vento solar e dos raios cósmicos com os átomos constituintes da atmosfera. A potência da radiação é tal que os cinturões são evitados pelas missões espaciais tripuladas, dado que poderiam aumentar o risco de câncer dos astronautas e prejudicar gravemente os dispositivos eletrônicos. Em 1962, os cinturões de Van Allen foram alterados pelos testes nucleares dos EUA no espaço o que provocou que vários satélites ficassem de imediato fora de serviço.

5. A Terra e a Lua distanciam-se:
Desde há vários milhões de anos que a Lua está se afastando da Terra a um ritmo lento, mas constante. Os cientistas calculam que a taxa de afastamento é de uns 3,8 centímetros ao ano, o que em longo prazo chegará a levar a Lua até uma distância crítica. No entanto, os astrônomos acham que dentro de 5 bilhões de anos, quando o Sol se converterá numa gigante e vermelha atmosfera em expansão, provocará que o processo se reverta. A Lua voltará a aproximar-se da Terra e acabará por se desintegrar ao superar o denominado limite de Roche (18.470 quilômetros sobre nosso planeta) explodindo em mil pedaços e formando um espetacular anel, como o de Saturno, ao redor da Terra.

6. Marés na atmosfera:
Ainda que o efeito seja quase inapreciável, uma variação de parcos 100 microbares, os cientistas comprovaram mediante detalhadas medições estatísticas que a força da Lua não só desloca os mares e a terra senão também a massa de ar que rodeia nosso planeta. Ainda que o movimento seja tão pequeno que mal supõe 0,01 por cento da pressão normal na superfície, o dado revela que o poder gravitacional da Lua é capaz de mudar muita coisa.

7. Um estranho "bamboleio":
O denominado "bamboleio de Chandler" é o único movimento da Terra para o qual ainda não existe uma explicação convincente. Descoberto em 1891 pelo astrônomo Seth Carlo Chandler, trata-se de uma variação irregular no eixo de rotação da Terra que provoca um deslocamento circular entre 3 e 15 metros ao ano nos pólos terrestres. Sobre este movimento foram lançadas todo tipo de teorias, inclusive que causa o movimento das placas tectônicas, terremotos e erupções. Ou ainda que detona fenômenos como "El Niño" ou o aquecimento global. Em julho do ano 2000, uma equipe de cientistas estadunidenses anunciou que a causa do bamboleio estava nas flutuações de pressões no fundo do oceano. Segundo esta teoria, este movimento no fundo dos mares mudaria a pressão exercida sobre a superfície terrestre, e provocaria o estranho bamboleio dos pólos. Suas teorias ficaram no ar após que entre janeiro e fevereiro de 2006 laboratórios de todo mundo comprovassem que o movimento tinha cessado por completo, numa anomalia que ainda não souberam explicar.

8. A Terra é um grande circuito elétrico:
Perfeitamente localizados a ambos lados do equador, a Terra dispõe de oito circuitos fechados de corrente elétrica que permitem a troca de carga entre a atmosfera e a superfície através de fluxos verticais. Em condições de bom tempo, os cientistas observaram um fluxo de carga positivo que se move desde a atmosfera para a Terra por causa da carga negativa de nosso planeta. Depois de anos de observação do comportamento das tormentas e as variações na ionosfera, a hipótese preferida hoje pelos cientistas é que este fluxo descendente de corrente positiva é contrária aos elétrons que são tranferidos à Terra durante as tormentas. Mesmo assim, ainda falta uma explicação plausível com relação a forma em que as variações na ionosfera afetam à formação de tormentas.

9. Toneladas de material cósmico caem a cada ano da atmosfera:
Segundo dados do space.com, a quantidade de pó cósmico que cai a cada ano na Terra supera as 30 mil toneladas. A maior parte deste material procede do cinturão de asteróides situado entre Marte e Júpiter. Os fragmentos provem dos constantes choques entre asteróides e são arrastados para o interior do sistema solar. Uma boa quantidade deles estão entrando permanentemente em nossa atmosfera.

10. Os pólos magnéticos da Terra mudam constantemente de lugar:
O campo magnético da Terra varia no curso de eras geológicas, é o que se denomina variação secular. Durante os últimos cinco milhões de anos efetuaram-se mais de vinte mudanças e a mais recente foi há 700 mil anos. Outras inversões ocorreram há aproximadamente 870 e 950 mil anos. Não se pode predizer quando ocorrerá a seguinte inversão porque a seqüência não é regular. Certas medições recentes mostram uma redução de 5% na intensidade do campo magnético nos últimos 100 anos. Mantido este ritmo, os campos voltaram a se inverter dentro de uns 2 mil anos.

domingo, 4 de abril de 2010

Simulador de Alunagem

Estudo das Leis de Newton com a ajuda de um simulador de alunagem. Será que consegue evitar os pedregulhos e alunar em segurança antes que o combustível se esgote, tal como fez Neil Armstrong em 1969?

Você deve instalar primeiramente a extensão do emulador do Flash Player, clique aqui.

Nota: Necessita de ter Java instalado no seu computador)

Esta versão de um jogo de vídeo clássico simula rigorosamente o movimento real do módulo de alunagem, com a massa correta, impulso, consumo de combustível e gravidade lunar.

Não é nada fácil de controlar mas, mesmo assim, o verdadeiro módulo é ainda mais difícil de manobrar.

Jogue, mas jogue pensando nas Leis de Newton. Dessa forma será mais fácil aprender a controlar o módulo.

Ative a opção de mostrar vetores e repare que, como seria fácil de concluir, a verde aparece o vetor velocidade e a vermelho e amarelo o vector força aplicada. Relacione as suas intensidades, direções e sentidos e o controle torna-se mais fácil. "Vemos" a Física em ação.

sábado, 27 de março de 2010

Matemático recusa prêmio de US$ 1 mi !


O matemático Grigory Perelman fez o mais difícil: resolveu um problema proposto por Henri Poincaré mais de um século atrás. Pela resolução do teorema conhecido por conjectura de Poincaré, o russo foi homenageado com dois grandes prêmios. O primeiro é a medalha Fields, chamada de "Nobel" da matemática. O segundo, nada menos que US$ 1 milhão (R$ 1,78 milhões). Perelman recusou ambos, informou o The Guardian.

A primeira recusa aconteceu em 2006. Na época, Grigory Perelman decidiu ficar em casa, em São Petersburgo, enquanto os grandes gênios da matemática se reuniam em Madri para o congresso da União Matemática Internacional. No evento, ele deveria receber uma medalha Fields pelo problema publicado em 2002, mas não compareceu. Agora, o matemático recusou o dinheiro oferecido pelo Instituto Clay de Matemática, em Cambridge, no Estado americano de Massachusetts.

Atualmente desempregado, ele continua morando em São Petersburgo com sua mãe e sua irmã em um pequeno apartamento (segundo o Guardian, ele tem seu próprio flat, aparentemente cheio de baratas, mas raramente o utiliza). Perelman se recusa a conversar com jornalistas. Recentemente disse para um repórter que o telefonou: "Você está me perturbando. Estou colhendo cogumelos". A imagem de excentricidade é confirmada pelos vizinhos.

"Ele está sempre usando a mesma roupa. Ele nunca corta as unhas ou faz a barba. Quando caminha, simplesmente fica olhando para o chão, nunca olha para os lados", disse um vizinho a um jornal de Moscou. Sergei Kisliakov, diretor do Instituto de Matemática Steklov, em São Petersburgo, tenta entender o colega. "Ele possui estranhos princípios morais. Ele sente pequenos incoveninentes de maneira muito forte".

Segundo Kisliakov, o isolamento de Perelman começou há quatro anos, quando ele recusou a medalha Fields, que seria entregue pelo Rei Juan Carlos, da Espanha. Ele caiu em desgosto e recusou o prêmio porque percebeu que seus colegas matemáticos não teriam notabilidade para ganhá-lo. Segundo a BBC, o matemático também afirmou que a medalha era irrelevante para ele e que o fato de a solução estar correta já seria reconhecimento suficiente.

Conjectura de Poincaré
A conjectura de Poincaré é tão difícil que o Instituto de Matemática Clay, dos Estados Unidos, classificou-a como um dos sete Problemas do Milênio em 2000, prometendo US$ 1 milhão em recompensa para quem solucionasse algum deles. Na época, a solução do problema foi reconhecida como "Avanço do Ano" pela revista especializada Science. Antes disso, Grigory Perelman também tinha recusado um prêmio do Congresso Europeu de Matemáticos, em 1996.

A conjectura de Poincaré foi o único dos sete Problemas no Milênio solucionado até agora. Ela foi formulada em 1904 pelo matemático francês Henri Poincaré e é fundamental para se compreender formas tridimensionais. A conjectura afirma que "qualquer variedade tridimensional fechada e com grupo fundamental trivial é homeomorfa a uma esfera tridimensional. Ou seja, num espaço com três dimensões fechado, sem 'buracos' deve ter a forma de uma esfera", segundo informações da BBC.